Foto: Fábio Marconi

BIO

Quando criança, Gilmelândia nunca pensou em ser cantora. “A única vontade que eu tinha era dividir sonhos e realizações com os meus irmãos, viver junto com eles, como mamãe sempre nos pediu. Minha primeira banda foi com eles. Os instrumentos eram panelas, cabos de vassoura, baldes e a função de cantora sobrou pra mim. Era muito legal.”

 

A primeira vez que a cantora segurou um microfone na vida foi no Projeto Boca de Brasa em Salvador. Com 15 anos de idade conheceu Tom Caldas. Com ele cantou em bares e festas de Salvador durante dez anos. Os ensaios eram puxados e Tom exigia sempre que as músicas fossem passadas antes em estúdio. Gil não recusava show em nenhum lugar. De festas de criança até cemitérios. Tudo era motivo para ela soltar a voz e contagiar as pessoas.

Aos 25 anos foi contratada como vocalista de apoio de uma banda de axé chamada Pinote em Salvador. Nesse período, é apresentada ao cantor Netinho, que encontra em Gil a sua substituta como líder e cantora na Banda Beijo.

 

A música Peraê é lançada em 1998 e se torna o primeiro grande sucesso de Gil a frente da Banda Beijo, sendo a mais tocada no Brasil naquele ano.

 

O álbum Banda Beijo Ao Vivo, lançado pela Universal Music, bate recordes de venda e recebe Disco de Ouro e Duplo de Platina.

 

A irreverência e o jeito moleca, características de Gil, marcam a carreira dela nos palcos. A energia contagiante dos shows mostra que a presença dela sempre foi um diferencial. Ainda com a Banda Beijo, Gil lança mais dois álbuns. A música Bate Lata é eleita a melhor do Carnaval da Bahia em 2001 pelo público, pelas rádios e pelos jornalistas.

 

No mesmo ano, Gilmelândia lança seu primeiro disco solo Me Beija. A música Maionese foi o carro chefe desse novo trabalho e também chegou a ser a mais tocada no Brasil, alcançando o primeiro lugar segundo a revista Billboard Brasil.

Em 2002, Gil lança seu segundo disco em carreira solo: Movimento. O primeiro disco ao vivo sai em 2003, trazendo uma releitura da canção Você não me ensinou a te esquecer de Caetano Veloso.

Gilmelândia é indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor CD de Música Brasileira em 2005 com o disco O Canto da Sereia lançado pela EMI. A música Chegou o Verão foi trilha de abertura do “Verão Nacional da Rede Bandeirantes”.

 

Gil ganha, em 2006, o Prêmio TIM de Música Brasileira como Melhor Cantora Popular.

A regravação de Tatuagem de Chico Buarque, fez parte da trilha sonora musical da novela A Lua Me Disse da Rede Globo. A música Vamo Embolando foi o tema das personagens de Rosamaria Murtinho e Lucinha Lins na novela Estrela Guia, também na Rede Globo.

Junto do produtor musical Rick Bonadio, lança em 2009 pela Universal Music quatro músicas em um álbum promocional, entre elas Dominado.

 

Gilmelândia passa a explorar outros gêneros musicais, como o reggaeton, ritmo caribenho.

No Teatro Castro Alves, em Salvador, mergulhou em um projeto cultural chamado “Gil canta Caetano”. O objetivo era levar música de qualidade para a população de baixa renda. Os ingressos custaram apenas um real.

Outro projeto interessante é o Gil Game Show, com tecnologia interativa em um espetáculo de música e dança com interação do público.

Gilmelândia também é apresentadora da TV. Comandou o programa Viva a Noite no SBT e substituiu Luciana Gimenez durante sua licença maternidade à frente do SuperPop da RedeTV.

Em 2012 leva ao Circuito Barra/Ondina no Carnaval baiano o Bloco da Gil. O trio elétrico teve um caráter social com o tema da luta contra o câncer de mama.

Prestes a chegar na marca de um milhão de discos vendidos, Gilmelândia anuncia para o início de 2015 seu novo CD Tambor de Gil. O disco será uma homenagem à percussão da Bahia.

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